segunda-feira, agosto 10, 2009

Que não sou


Pensei,

E jamais,

podia!


Ousar,

qual vertigem,

infinita

e total,

que desnuda,

sem mácula

indolor,

o oceano,

de sal,

que sou.


E que

se desfaz,

paulatinamente,

no mar

de luz,

que não sou.

2 comentários:

Paula Raposo disse...

O que não sou é sendo...beijos.

Rogério Freitas Sousa disse...

Invarialmente, é assim. Já se é não sendo.

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