sábado, junho 13, 2009
sábado, abril 11, 2009
Lembra-te!
Lembra-te!
No limbo
Da Noite
E da Lua.
Na instante voragem,
Do dia e do Sol,
que morre,
Lembra-te!
Lembra-te,
que não existo,
E que não perduro.
Lembra-te,
que não existirei,
E que não perdurerei,
Nunca.
Não jamais!
Para além,
De um suspiro mais,
No infinito
Da minha Lembrança.
E na finitude
Do meu querer,
Que perene julguei,
E eterno me é.
Lembra-te!
Do arrepio.
E da vertigem,
Que fomos,
E juramos ser.
Lembra-te!
Dos tons,
E das cores,
Das áleas
Da aparência,
Ao meu olhar.
Lembra-te!
Da Noite
E da Lua.
Na instante voragem,
Do dia e do Sol,
que morre,
Lembra-te!
Lembra-te,
que não existo,
E que não perduro.
Lembra-te,
que não existirei,
E que não perdurerei,
Nunca.
Não jamais!
Para além,
De um suspiro mais,
No infinito
Da minha Lembrança.
E na finitude
Do meu querer,
Que perene julguei,
E eterno me é.
Lembra-te!
Do arrepio.
E da vertigem,
Que fomos,
E juramos ser.
Lembra-te!
Dos tons,
E das cores,
Das áleas
Da aparência,
Ao meu olhar.
Lembra-te!
Pelo menos,
Para que
exista!
Para que
exista!
..
foto: Rogério Freitas Sousa
domingo, fevereiro 15, 2009
Serei?
mirror lake RobiNZSerei?
Acaso saberei,
E acaso serei,
O que não posso saber
E não posso ser?
Acaso,
Exausto,
como estou,
Adivinho que desistência é,
Arrepiar caminho sou
E penumbra,
sem luz e maré,
Serei?
Acaso saberei,
E acaso serei,
O que não posso saber
E não posso ser?
Acaso,
Exausto,
como estou,
Adivinho que desistência é,
Arrepiar caminho sou
E penumbra,
sem luz e maré,
Serei?
quinta-feira, janeiro 29, 2009
sábado, janeiro 10, 2009
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